"Todo se passa mais devagar
Os olhares são mais longos, quase como se esquecidos naquele lugar
Fixo
Onde eu esotu?
Por aí... por lá... vai saber!
Quanto mais aguento dessa mesma coisa repetida
Que se repete todo dia?
Quanto mais posso aguentar das mesmas pessoas,
Tão imutáveis ao meu redor
Que mais parecem totens ao meu redor...
Meu sorriso já é estático
E memorizado em meu rosto, meus lábios
E a espontâniedade se esvaiu num vento quente do amanhecer de hoje
Digo as mesmas palavras
Faço as mesmas coisas
A esperança se deleita com a ideia do amanhã
E o meu peito se capricha no ritmo pelo amanhã
E talvez tudo seja um pouco melhor
Para esse punhado de mim esquecido..."
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